CONSULTORIA DE GESTÃO DA INOVAÇÃO
Montamos o comitê, os critérios de escolha e a rotina para as ideias certas saírem do papel sem depender de uma ou duas pessoas.
As ideias existem. O que trava é decidir quais tocar, quem cuida e quando.
Os projetos disputam as mesmas pessoas e o mesmo orçamento. Sem um critério combinado, quem insiste mais leva.
O comitê foi criado, mas a reunião é desmarcada, a pauta não fecha e as decisões ficam para depois.
Se elas saem da empresa ou mudam de área, os projetos param.
Se um desses pontos acontece na sua empresa, vale uma conversa.
São quatro fases. Você pode contratar só o diagnóstico ou a jornada inteira. Cada fase termina com uma entrega combinada no início.
Avaliamos 30 indicadores em 6 dimensões, com base na ISO 56001 (norma de gestão da inovação). Você recebe um mapa de onde a empresa está e do que atacar primeiro.
Montamos o comitê de inovação: quem participa, o que decide e com que frequência se reúne.
A diretoria define onde a empresa quer inovar e com quais critérios escolhe os projetos.
Lançamos o programa de ideias e acompanhamos o primeiro ciclo até o fim, com indicadores medidos.
Workshops para os líderes e times que vão tocar o processo. Dá para contratar junto com a jornada ou separado.
Depois da jornada: acompanhamento mensal para o comitê e o programa continuarem funcionando.
Dá para repetir a medição depois e comparar o antes e o depois.
Comitê, tese e programa são montados com as pessoas que vão tocar depois. Quando o projeto termina, elas já sabem fazer.
Cada fase começa com a lista do que precisa estar pronto para ela terminar. Você aprova a entrega com base nessa lista.
Indústria com vontade de inovar e iniciativas soltas. Não havia uma medida da maturidade em inovação nem um comitê que decidisse com critério.
Diagnóstico com pessoas de três perfis da empresa e workshop de validação com a liderança. Depois, comitê único de inovação, funil de decisão com 4 portões (Stage-Gate), matriz de responsáveis (RACI), painel de acompanhamento e a tese de inovação aprovada pela diretoria. Em paralelo, treinamos 7 líderes em três trilhas.
Diagnóstico, governança e tese prontos. O programa de ideias é a próxima etapa.
Sua empresa já usa IA. Falta o sistema.
Tem gente usando IA no dia a dia, um piloto numa área, uma ferramenta em outra. Usamos o mesmo método da inovação para organizar isso: quem decide, o que pode ser usado, quanto custa e o que gera.
O DIM aplicado à IA. Levantamos onde a IA já é usada, por quem, com que dados e com que resultado.
Comitê de IA, política de uso, ferramentas oficiais e um ciclo de vida para cada agente, da ideia à desativação.
Agentes que cuidam de tarefas repetitivas da gestão e de outras áreas, como cobrar donos de ações, preparar a pauta do comitê e acompanhar pedidos e propostas. A CO.INO configura, acompanha e ajusta.
Antes de fundar a CO.INO, Rafael liderou a área de tecnologia e inovação de uma das maiores indústrias metalmecânicas do país. Nesse período, a empresa recebeu o Prêmio de Empresa Inovadora.
É engenheiro, mestre e professor.
Uma conversa de 30 minutos para entender o seu cenário. Sem custo.